Retornar à trajetória clínica, procurar pelos discursos das vidas que acompanhei e acompanho, e ouvir o que o sintoma queria de mim, como pessoa que viveu com episódios de crises de ansiedade, sendo também eu uma porta voz do sofrer, ou melhor, da alma, foram caminhos encontrados para dar corpo e material simbólico a construção do conteúdo do texto. Acompanhando as imagens que transitam, procuro escrever sobre elas. Esbarro, logo no início, em perguntas que chegam quando a p